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dc.contributor.advisorMoreschi, João Carlospt_BR
dc.contributor.authorNunes, Elenise Leocadia da Silveirapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-05-21T17:04:17Z
dc.date.available2013-05-21T17:04:17Z
dc.date.issued2013-05-21
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/17432
dc.description.abstractNa caracterização das atividades econômicas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2006), a indústria de base florestal ocupa posição em dois setores distintos: no setor primário ou seja extrativismo, silvicultura, manejo e exploração florestal; e no setor secundário com as indústrias de transformação da madeira englobando desde a fabricação de painéis de madeira até a confecção de artigos de mobiliário. Estes setores geram vários empregos diretos e indiretos e, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI, 2006), estatisticamente, 8,7% dos trabalhadores da indústria de transformação pertencem ao setor de base florestal. Entretanto, dados extra-oficiais do setor indicam que tem-se quatro vezes mais mão-de-obra informal do que com registro em carteira. Para a indústria de base florestal, a madeira maciça sempre foi a principal matéria-prima do seu processo produtivo, entretanto nos últimos anos este panorama tem-se modificado significativamente. Atualmente, o setor processa em grande escala a chamada madeira transformada, formada por pedaços, lascas, partículas ou fibras de madeira que são unidas sob o efeito de calor e pressão, a partir da utilização de um elemento aglutinante ou resina. Desta forma, o objetivo deste estudo foi analisar os problemas causados à saúde do trabalhador da indústria de base florestal pela poeira sólida dispersa no ar, gerada a partir do processamento mecânico de painéis de madeira aglomerada, propondo ações para minimizar o risco da exposição ocupacional que os trabalhadores podem estar sujeitos. Como ferramentas de análise foram utilizados métodos para análise de aerodispersóide sólido regulamentadas por órgãos normatizadores reconhecidos internacionalmente como a American Conference of Governamental Industrial Hygienists (ACGIH), a National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH), a Occupational Safety and Health Administration (OSHA), a American Society for Testing and Materials (ASTM) e a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (FUNDACENTRO); além de conceitos advindos da ergonomia organizacional, que conciliam as necessidades da empresa com as dos trabalhadores, através da análise da tarefa prescrita e da efetivamente realizada. Assim sendo, o particulado sólido do aglomerado foi caracterizado como potencialmente tóxico e passível de desenvolver doenças ocupacionais nos trabalhadores expostos por longo tempo. É importante ressaltar que em estudos de aerodispersóides sólidos o nível de toxidade do material depende do tempo de exposição ao agente agressor, da concentração de partículas encontrada no ambiente analisado e da variabilidade intra-individual dos sujeitos expostos.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectIndustria madeireirapt_BR
dc.subjectResiduos vegetaispt_BR
dc.titleAnálise dos aerodispersóides sólidos produzidos na industrializaçao da madeirapt_BR
dc.typeTesept_BR


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