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dc.contributor.advisorUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.contributor.authorTuoto, Marco Aurelio Monteiropt_BR
dc.contributor.otherHoeflich, Vitor Afonso, 1949-pt_BR
dc.date.accessioned2013-06-14T15:19:40Z
dc.date.available2013-06-14T15:19:40Z
dc.date.issued2013-06-14
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/14401
dc.description.abstractO presente estudo tem como objetivo principal entender a dinâmica envolvida nos investimentos estrangeiros diretos (IEDs) aplicados no setor florestal brasileiro, enquanto que os objetivos específicos foram (i) caracterizar e analisar os ingressos de IED no setor florestal brasileiro; (ii) identificar e analisar os fatores determinantes dos IEDs no setor florestal brasileiro; e (ii) avaliar os impactos dos IEDs na produção e exportação da indústria florestal brasileira. A metodologia empregada está baseada no método de estudo de caso, levando em consideração uma extensa revisão bibliográfica e entrevistas com executivos de subsidiárias de empresas multinacionais (EMNs) que operam no Brasil. Os resultados indicam que os estoques de IEDs aplicados no setor florestal brasileiro são pouco significativos frente aos IEDs aportados no setor florestal mundial. Os IEDs ocorridos no setor florestal do Brasil nos últimos anos foram concentrados na indústria de celulose & papel, marcado por um intenso processo de fusões e aquisições (FAS). Embora os IEDs no setor florestal brasileiro tenham sido predominantemente baseados em FAS, os limitados IEDs em novos empreendimentos exerceram impacto tanto na produção como na exportação da indústria florestal nacional. Além disso, os resultados do estudo sugerem que os fatores indutores aos IEDs no setor florestal brasileiro são a produtividade florestal/custo da matéria-prima, o tamanho e potencial de mercado, a estabilidade macroeconômica, a integração MERCOSUL e a estabilidade política, enquanto os fatores restritivos são o custo Brasil, a carga tributária excessiva, o marco legal e institucional ineficiente, a ausência de política específica para atração de IED e a falta de política florestal com foco na produção. A classificação do BID se mostrou muito mais adaptável à identificação dos fatores determinantes dos IEDs aplicados no setor florestal brasileiro que a classificação da UNCTAD. No caso dos principais fatores indutores prevalecem os intra-setoriais (intrínsecos ao setor florestal), porém no caso dos principais fatores restritivos predominam os supra-setoriais (aqueles que afetam todos os setores produtivos do país). Isso indica que caso o país queira intensificar a atração de IEDs para o setor florestal brasileiro, ações específicas devem ser orientadas para os fatores supra-setoriais, os quais geralmente exigem soluções mais complexas e que, quase sempre, demandam maior tempo e esforço quando comparado com os fatores intra-setoriais.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectIndustria madeireirapt_BR
dc.subjectInvestimentos estrangeirospt_BR
dc.subjectEmpresas multinacionaispt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleOs investimentos estrangeiros diretos no Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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