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dc.contributor.authorBongiolo, Alessandra de Barros e Silva, 1975-pt_BR
dc.contributor.otherFerreira, Francisco Jose Fonseca, 1948-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Programa de Pós-Graduaçao em Geologiapt_BR
dc.date.accessioned2012-03-01T10:31:23Z
dc.date.available2012-03-01T10:31:23Z
dc.date.issued2012-03-01
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26906
dc.description.abstractResumo: Na presente tese foi realizado um estudo multiescala de dados magnéticos, gravimétricos e de sensores remotos da Bacia do Amazonas e das subáreas Tapajós, Xingu e Monte Alegre. Este estudo resultou em proposições de arcabouços geofísico-estruturais, os quais refletem estruturas do embasamento exposto que traspassam a bacia. Foi gerado, inicialmente, um mapa magnético residual a partir da integração de dados de oito levantamentos aerogeofísicos sobre o embasamento exposto e de onze levantamentos sobre a bacia, além de um mapa gravimétrico Bouguer, com base em um único banco de dados. Com o objetivo de facilitar a visualização e a interpretação qualitativa das estruturas geológicas, refletidas nos mapas de campos potenciais, foram aplicados diversos métodos de realce propostos na literatura, além de uma nova técnica desenvolvida durante a pesquisa. O desempenho dos métodos foi avaliado, para diferentes inclinações magnéticas, através de modelos sintéticos 3D obtidos a partir de um programa para geração de anomalias gravimétricas e magnéticas de corpos prismáticos com dimensões, densidades e magnetizações arbitrárias, também elaborado no transcorrer da pesquisa. A integração das informações obtidas através dos diferentes métodos de realce, testados nos modelos sintéticos, possibilitou avançar no conhecimento das estruturas interpretadas a partir dos dados de campos potenciais. Esta interpretação permitiu a delimitação de um arcabouço geofísico integrado para as áreas de estudo, o qual foi corroborado pelas principais feições de superfície, descritas na literatura. Foram realizadas também interpretações semi-quantitativas através do espectro de potência radial e da deconvolução de Euler. A análise dos resultados obtidos a partir dos métodos descritos acima permitiu verificar que o quadro tectônico do embasamento é caracterizado por tendências NW, enquanto o da Bacia do Amazonas revela direções NE. Os lineamentos NE são vinculados as direções do depocentro e das linhas de charneira da bacia, sendo marcadamente segmentados por lineamentos NW. Na subárea Tapajós, verificou-se que as tendências NW, presentes no embasamento e por vezes adentrando a bacia, são mais antigas do que as feições NE e EW. Na subárea Xingu, também se notou a presença de estruturas NW do embasamento que adentram a bacia. Na subárea Monte Alegre, o posicionamento do domo homônimo é controlado pela interseção de tendências NW, NE e NS, interpretadas como zonas de fraqueza do embasamento. Todas as áreas de estudo revelam estimativas de profundidade das estruturas compatíveis com dados da literatura. Interpretações sobre a reativação destas estruturas durante o Fanerozóico permitiram avaliar suas implicações na compartimentação e na evolução tectônica da Bacia do Amazonas.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectBacias sedimentarespt_BR
dc.subjectGeofisicapt_BR
dc.subjectBacias (Geologia)pt_BR
dc.titleContribuição ao estudo da Bacia do Amazonas e seu embasamento através da magnetometria e gravimetriapt_BR
dc.typeTesept_BR


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